
Durante bom tempo de minha vida fui intérprete da língua de sinais, auxiliando na igreja um grupo de deficientes auditivos, inclusive adolescentes, para quem eu ensinava português, a partir de desenhos associados a palavras. Sempre pensei em alguma relação entre design gráfico e inclusão social de deficientes, já que apesar de não ouvirem, essas pessoas têm o lado visual muito aguçado. Esse trabalho é um início e pretendo fazer outros seguindo essa linha.



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